quarta-feira, março 15, 2017

Lançamentos Castellato



Linha Theo - A marca líder no segmento de pisos e revestimentos de concreto arquitetônico, Castelatto, apresenta a linha Théo, que foi inspirada nas linhas retas e desenhos do pintor holandês Theo Van Doesburg, um dos fundadores do neoplasticismo. Os revestimentos de parede oferecem desenhos inusitado e efeito marcante, que ganham destaque com a iluminação local.

A linha Theo incorpora movimento ao ambiente e pode ser personalizada com uma variedade de paginações, resultando em projetos únicos e exclusivos. Seus traços entrelaçados, formas dinâmicas e visual enérgico são algumas características da coleção, que podem ser aplicadas nas cores branco, areia, fendi, cinza e chumbo.


Especificações

Medidas: 75cm x 75cm x 2,5cm

Cores: Branco, Areia, Fendi, Cinza, Chumbo

Acabamento: Paris 




Ecobrick Stone - O novo integrante da coleção Ecobrick traz a rusticidade da tradicional pedra esculpida. Este revestimento transmite solidez, força e personalidade em cada projeto que compõe. As peças são únicas e sem repetição de entalhe, da mesma forma que os trabalhos artesanais em pedras brutas. A linha traz diferentes tamanhos, permitindo diversas paginações e projetos customizados. 



Especificações

Medidas: 60cm x 30cm x 2,5cm / 45cm x 15cm x 2,5cm / 30cm x 7,5cm x 2,5cm

Cores: Grigio, Capuccino, Mercure e Marfim 

Acabamento: Stone 




sexta-feira, março 10, 2017

EXPO REVESTIR: 15 ANOS DE INSPIRAÇÃO E NEGÓCIOS



A FASHION WEEK DA ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO aconteceu de 7 a 10 de março e
apresenta os principais lançamentos e soluções em acabamentos e é a feira mais importante do
segmento da América Latina. A EXPO REVESTIR reafirma a sua posição como o ambiente ideal para inspirar os profissionais a partir de um conjunto de novidades, conteúdos inéditos, network, inovações em produtos e tecnologias. Ao completar 15 anos,a feira se consolida como a principal oportunidade para o impulso de novos negócios nacionais e internacionais do segmento.

Inspirar; apresentar as tendências e as novas possibilidades de negócios nos mercados internos e externos; dialogar sobre os desafios que 2017 impõe ao setor e à indústria da arquitetura e
construção e, claro, agregar muito conhecimento aos visitantes.

Prepare-se: uma agenda intensa foi criada para comemorar conosco a marca histórica dos 15 anos da EXPO REVESTIR. Na esteira do sucesso, estão a antecipação das vertentes inspira-
cionais e os lançamentos do ano, que serão apresentados de 7 a 10 de março, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.


“A EXPO REVESTIR 2017 reserva muitos atrativos aos visitantes, desde lançamentos de produtos das principais marcas do mercado até conteúdos diversificados como palestras, workshops e debates. Além de comemorar 15 anos, esta edição destaca-se por apresentar novas soluções e melhorias de mobilidade ao pú-blico.” comenta Heitor Almeida, Diretor da Cerâmica Almeida e Presidente do Conselho de Administração da ANFACER.
“Ao longo dos seus 15 anos de bem sucedida jornada, a EXPO REVESTIR tornou-se um evento de dimensões mundiais que tem como marca a qualificação de seu público alvo e referencial de arrancada dos negócios para indústria da construção civil no país a cada nova edição”, afirma Antonio Carlos Kieling,

Presidente da EXPO REVESTIR e do FÓRUM INTERNACIONAL DE ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO.

Promovida pela Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres (ANFACER), a EXPO REVESTIR deve atrair mais de 60 mil pro-
fissionais entre arquitetos, designers de interiores, lojistas,construtores, revendedores, engenheiros e compradores nacionais e internacionais de 50 países.

“Fortalecer o mercado nacional e ainda mostrar as novidades das grandes marcas brasileiras e estrangeiras nos torna a principal fonte de conhecimento, para profissionais altamente qualificados como arquitetos, designers de interiores, engenheiros, constru-
toras e revendedores. A cada ano, eles nos prestigiam com sua presença, consolidam os seus portfólios, revitalizam o network e adquirirem conhecimento com os principais nomes da atualidade”, enfatiza Lauro Andrade Filho, Diretor Geral dos eventos.

A maior vitrine de soluções em acabamentos da América Latina oferece, em seus 40 mil m2 distribuídos em sete pavilhões, os principais lançamentos nos segmentos de cerâmicas,louças sanitárias, metais para cozinha e banheiro, além de rochas ornamentais, mosaicos, madeiras, laminados, cimentícios e vítreos. Conta também com a presença internacional de expositores da Alemanha, Argentina, Bélgica, Chile,Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Irlanda, Itália,Portugal,Suécia e República Tcheca.

Vou colocar algumas imagens, e depois vou postando separadamente cada marca. 


































quinta-feira, março 09, 2017

Porcelanato

Vai de cerâmica ou porcelanato?

Ideal para o clima quente do Brasil, os pisos frios têm se firmado nos projetos atuais. Sua funcionalidade, praticidade e estética fazem deste tipo de revestimento um aliado na composição de ambientes. A diversidade é outro ponto forte. Entre as diversas opções, destaque para a cerâmica e o porcelanato que juntos preenchem os principais requisitos para a busca da satisfação: beleza, preços acessíveis, facilidade de limpeza, manutenção e aplicação. A dúvida é optar por um deles.


CERÂMICA - Argila é sua matéria-prima. Seu índice de absorção de água gira em torno de 3 a 20%. Se destaca pelo preço acessível, durabilidade, limpabilidade e fácil aplicação. Também possui alto brilho e a possibilidade de desenhos artesanais e peças exclusivas.

PORCELANATO Tem nas rochas moídas a sua matéria-prima. A absorção de água é menor (0,5 a 3%) o que gera maior resistência. Destaque para estética e durabilidade, por isso custa mais caro. Alguns modelos reproduzem com fidelidade a aparência de pedras naturais e madeira.

O porcelanato é durável e resistente, esse revestimento conquistou definitivamente as casas brasileiras.


Porcelanato é um revestimento cerâmico, obtido através de matéria prima selecionada Feito de argila e feldspato e submetida a um tratamento térmico superior a 1.200ºC . Esse processo resulta num produto com baixíssima absorção de água, menor que 0,5%. Só para fazermos uma comparação, o azulejo, em geral, tem uma absorção de água de 10%! Consiste em um corpo homogêneo, denso e vitrificado.

Destaca-se pela alta resistência à abrasão e durabilidade além de manter as cores uniformes.

Ele mudou bastante desde que chegou por aqui, há 16 anos, trazido da Itália. Da primeira fabricação nacional, em 1996, até os dias de hoje, o porcelanato já assumiu inúmeros tons, texturas, tamanhos e imitou quase tudo – cimento, pedra, madeira, metal e tecido. E os avanços não devem parar por aí, diante do alto investimento da indústria brasileira em tecnologia para o aperfeiçoamento das peças.

Mancha?

O porcelanato polido e o acetinado, possuem a superfície plana e porosa, devido a ação do polimento. Nestes casos ele está naturalmente sujeito à aderência de algum tipo de sujeira, assim como ocorre com as pedras naturais, que possuem características semelhantes (superfície plana e porosa). A durabilidade e conservação vai depender de uma limpeza adequada e do cuidado com o manuseio de produtos que, eventualmente, possam causar manchas, como no caso dos ácidos.



Risca?


Não raro vejo pessoas preocupadas em saber o PEI do revestimento (Resistência a Abrasão Superficial), mas tem outro fator que merece atenção nesse caso, que é a Resistência ao Risco (MOHS). O PEI tem a escala de 0 a 5, onde 0 o revestimento é indicado apenas em parede e 5 para altíssimo trafego. A Resistência ao Risco, indica a dureza do revestimento cerâmico. A escala varia de 1 a 10, onde 1 seria a dureza do talco e 10 a dureza do diamante. Para exemplificar, a areia é composta basicamente por quartzo e sua dureza está na escala 7, portanto na sua presença é desaconselhável o uso de revestimentos com MOHS inferior a 7.


COMPRA

Comece identificando as características de cada porcelanato (como polido ou natural) para escolher os mais adequados aos ambientes. Ter segurança na qualidade de fabricação e no recebimento do produto correto também é importante.

As cores escuras e as versões com aparência de madeira trazem a sensação de aconchego, enquanto as claras favorecem a amplitude. Convém evitar as esmaltadas em casas de praia, onde o atrito com a areia é constante.

No piso do boxe do banheiro ou em áreas descobertas, esse tipo de acabamento costumar deixar a superfície escorregadia quando molhado. A recomendação é aplicar produtos que torne as placas antiderrapantes.

Em ambientes como a cozinha, atenção aos rústicos demais. “Alguns retêm gordura com mais facilidade”.

Se você escolheu utilizar o porcelanato brilhante, aqui algumas dicas para evitar os riscos:

• O ideal seria iniciar o assentamento do produto após realizados os trabalhos demais trabalhos como pintura, assentamento de azulejo, elétrica, hidráulica e colocação de gesso. Caso isso não seja possível, procure proteger a área com papelão e cobrir com plástico (lona preta), para evitar o contato direto com sujeiras abrasivas durante os trabalhos e na ocupação do imóvel.

• Na ocupação e para evitar o contato direto de móveis, proteja os pés dos móveis com carpetes, e nas entradas do imóvel disponibilize um capacho.

• Na manutenção do dia-a-dia utilize somente produtos de limpeza doméstica, isentos de ácidos em sua composição.

• Existem no mercado ceras especiais para produtos brilhantes, que aplicados sobre o piso irão formar uma camada protetora na superfície, evitando o contato direto com areia.




ESCOLHA SEGURA
Prefira as peças que sigam a NBR 15 463, criada em 2007 especialmente para os porcelanatos.
Outro cuidado está na exigência da nota fiscal – caso o produto tenha problemas, o código consumidor oferece a garantia legal de 90 dias (a partir da da compra).


Também indico os sites de alguns fabricantes para sanar mais algumas dúvidas que possam surgir:

Itagres
Portobello
Eliane

segunda-feira, março 06, 2017

Quando o jardim se une a piscina



Em diferentes regiões do país, na cidade, na praia ou na serra, paisagistas renomados concebem jardins com piscina que reforçam nossa identidade tropical e incorporam outras referências. Em comum, a ideia do lazer absoluto junto à natureza.


Com aura de hotel, por Daniel Nunes

A piscina, de 20 x 40 m, estava degradada. Coube ao paisagista Daniel Nunes pensar a reforma da área de lazer da fazenda de café próxima a Campinas, SP. “A ideia foi fazer a releitura de uma piscina de hotel, oferecendo a mesma gama de serviços e com os apoios à altura da sua escala”, sintetiza. Para combinar coma piscina enorme, o jardim estético, funcional. De um lado, gazebos em forma de cubo (estrutura de metal revestida de pele de cumaru) e chaises, e, de outro, canteiros trabalhados com topiaria. Há também um diálogo entre chaises, gazebos e bancos de cimento, amarelos, de desenho orgânico. “Uma homenagem às formas modernistas de arquitetura”, revela. Daniel preservou o quanto pôde as palmeiras nativas, acrescentando espécies como viburno, azaleia, íris, murta e pata-de-elefante. “Todas a uma distância considerável da piscina para não interferir na visão ampla da obra”, ressalvou.
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Versão praiana de paraíso, por Alex Hanazaki

É um jardim trabalhado há anos pelo paisagista Alex Hanazaki, hoje em meio à terceira reforma na casa de Ilhabela, no litoral paulista. “A aposta foi o tropicalismo, organizado com dedo oriental”, diz Alex. Entre as espécies, destaque para os pândanos, que servem de escultura na área de lazer, delimitando níveis – das piscinas e do deque de estar, com chaises para contemplar a paisagem. Alex projetou as piscinas de modo a aproveitar o declive do terreno – o spa está instalado acima do espelho-d’água, seguido pela piscina de 1,40 m de profundidade, todos revestidos de pastilha verde da atlas. Em outro patamar do jardim, próximo às pedras e ao mar, o deque com mesas parece servir de palco à ikebana natural, o chapéu-de-sol. “Deixei que o desnível de 8 m fosse camuflado pela natureza”, conta Hanazaki, que usou bromélias, costela-de-adão e palmeiras como “enfeite”.
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Europeu com viço tropical, por Gilberto Elkis

A casa de linhas portuguesas, na Chácara Flora, em São Paulo, necessitava de reparos – a piscina, elíptica, não contentava o cliente. Para dar conta do trabalho, entraram em cena o arquiteto Ugo di Pace e o paisagista Gilberto Elkis. A piscina se tornou retangular e revestida de cerâmica azul, por escolha de Ugo. Quanto à vegetação, já existiam árvores de todas as idades no terreno, caso das palmeiras de 10 m de altura e das espécies de um bosque, nos fundos. Elkis adaptou a exuberância tropical ao estilo inglês de paisagismo. Buxos trabalhados com topiaria embelezam as margens da piscina, enquanto a borda molhada, nas laterais, ganha canteiros de guaimbê. Lavandas florescem em vasos de barro e orquídeas, nos troncos das palmeiras. As chaises de ferro, com almofadas azuis, são também sugestão do paisagista.
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Recriar o rio e a mata, por Rodrigo Oliveira

O paisagista Rodrigo Oliveira está habituado a encarar os pedidos de Isay Weinfeld. Desta vez, ele quis que fosse criada uma “mata” ao lado do espelho-d’água, que deveria remeter a um leito de rio. Nesta casa do Morumbi, em São Paulo, Oliveira concebeu um jardim “que dá a impressão de não ter sido imposto pela mão do homem”. Monocromático, com o charme das folhas de desenhos e texturas diferentes, tem parede formada de palmeira, manacá-da-serra, cássia-javanesa e quaresmeira, entre outras. “As plantas crescem e criam sombra sobre a piscina, intensificando o clima de mata”, diz. Revestida de pastilhas da Vidrotil, a piscina conta com deque e ofurô. Margeada por grama-esmeralda, apresenta um caminho de pedra caverna, referência ao conceito de “rio”. Em todo o terreno em declive, repetem-se as espécies tropicais, afora o bambuzal de 12 m de altura.
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No tom da Bahia, por Alex Sá Gomes

É um prazer para o baiano Alex Sá Gomes fazer parceria com o conterrâneo David Bastos. “A arquitetura dele valoriza o trabalho do paisagista”, diz. Esta casa em Trancoso, BA, retrata esse entrosamento: arquitetura e paisagismo conversam segundo o “estilo tropical da Bahia, que aproveita as espécies nativas, como a palmeira-jerivá e a helicônia, e emprega a paisagem do entorno, caso da aroeira”. Neste projeto, grandes extensões do terreno (são 2 mil m² de jardins) mantêm-se limpas. A piscina, que Bastos desenhou de forma retangular, ganhou deque de cumaru e área de hidromassagem e sugeriu ambientações a Sá Gomes. É o caso da área destinada ao chuveiro, com cicas em vasos de terracota – em Trancoso, há muito sol e chuva para a saúde do jardim.
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Sobre a metrópole, por Luiz Carlos Orsini

O trabalho paisagístico, na cobertura de 300 m² da Vila Nova Conceição, em São Paulo, ficou pronto no final de 2012. “Existia um jardim ‘vencido’, daí ter sido deitado abaixo”, conta o paisagista Luiz Carlos Orsini. O desejo do proprietário era ter uma área verde com apelo tropical. “Com folhagem, capaz de preservar a intimidade”, detalha. Em acordo como arquiteto Roberto Migotto (que assina a renovação interna e externa do imóvel, caso do projeto da piscina com spa), o paisagista criou a parede verde de 70 m² na lateral da piscina, com liríopes, trepadeira falsa-vinha e aspargos. Instalou ainda, em um canto dela, o espelho escuro que reflete o skyline. Dracenas arbóreas “camuflam” os prédios próximos, enquanto filodendros-xanadu margeiam a parede verde, contraponto ao preto do deque. Espaço surpreendente, no 20º andar.
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Moldura para o verde da serra, por Daniela Infante

O casal com filhos queria um generoso gramado em torno da piscina e um jardim contemporâneo nesta casa em Itaipava, na Serra dos Órgãos, RJ. “Dei preferência ao verde em lugar da cor, com espécies de fácil manutenção ao longo do ano”, salienta Daniela Infante, responsável pelo projeto paisagístico. Casa e piscina (revestida de pastilhas da Vidrotil e rodeada de placas de granito) são obras de Miguel Pinto Guimarães, arquiteto que explorou o terreno íngreme, implantando nos fundos a área de múltiplas funções a quase mil metros de altura. “Só a piscina está em uma laje 12 m acima do nível da terra, o que dá a sensação de proximidade das copas das árvores”, diz Daniela. A paisagista soube fazer da vegetação serrana a principal estrela ao acrescentar estrelítzias e dianelas, afora o pândano central.
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Entre o descanso e o movimento, por Marcelo Belloto

Há um quê de onírico neste jardim em Camburi, litoral norte paulista, acentuado pelo cortinado de voile que adorna as áreas de descanso sobre tablados, duas voltadas para a praia e uma no espaço da piscina. Tudo o que aqui se destaca é criação de Marcelo Bellotto, que se entende um “arquiteto de exteriores capaz de determinar o layout da piscina, as áreas de circulação e lazer, os jardins etc.”, como se descreve. Deste endereço, pertencente a um hotel, ele reconstruiu a paisagem nativa no terreno de ligeiro declive com coqueiros, helicônias, jasmim-manga e chapéus-de-sol, a caminho da praia. Criou opções de bem-estar, propondo ora relaxamento, com os tais bangalôs, ora movimento, por meio de piscinas de diferentes profundidades. Desenvolveu, ainda, materiais de textura e coloração adequadas ao projeto, caso do piso de concreto que recorta a grama-esmeralda.

*Matéria publicada em Casa Vogue #328

segunda-feira, janeiro 30, 2017

As vantagens de se construir em condomínios fechados









Moradia em condomínios fechados oferecem muitas vantagens para quem opta por esse estilo de vida. Você pode ter a oportunidade de desfrutar de total privacidade, segurança, lazer, e muito mais benefícios. Ótimo para quem tem família e não quer ver seus filhos presos em casa por causa da falta de segurança nas ruas.

Segurança nos condomínios

A segurança é um dos pontos fortes de se morar em um condomínio fechado, mesmo sabendo do fato de que nenhum lugar é completamente seguro e livre da criminalidade. Mas todo condomínio nesse estilo visa ao máximo a segurança de seus moradores para que os mesmos possam circular pelo local com mais tranquilidade.

Quem mora em um condomínio fechado conta com portaria 24 horas, monitoramento através de câmeras, ronda noturna, cerca elétrica, entre outras condições. Tudo para que você fique despreocupado e possa colocar a cabeça no travesseiro para ter uma ótima noite de sono.

Privacidade

Um dos motivos que levam muitas pessoas a escolherem os condomínios fechados é a privacidade. Ao morar em um local privado, os moradores eliminam qualquer possibilidade de vendedores ambulantes, pedintes, entregadores de panfletos, entre outras pessoas, tocando na porta de suas casas.

Nada mais inconveniente do que abrir a porta de sua casa para uma pessoa desconhecida, sem contar que isso é totalmente arriscado nos dias de hoje, com tanta violência rondando as grandes cidades.

Entretenimento

Em grande parte dos condomínios há uma variedade enorme de lazer, com direito a quadra de futebol, parques, piscinas, salões de jogos, brinquedotecas, pistas de corrida e muito mais.

Estes espaços são ótimas opções para as famílias quem tem crianças e desejam um espaço seguro para seus filhos brincarem.

Tranquilidade

Os condomínios fechados costumam ser silenciosos e longe de vias urbanas e do barulho do trânsito, o que é ótimo para quem adora o silêncio e deseja aproveitar de muita tranquilidade em seus momentos com a família em casa.

Dificilmente em um apartamento ou em uma casa você terá toda essa comodidade proporcionada pelos condomínios fechados. Afinal, depois de um longo e cansativo dia no trabalho, nada melhor do que relaxar em um lugar tranquilo e calmo.

Qualidade de vida

Ao morar em um condomínio fechado você vai notar a melhoria em sua qualidade de vida. Esses lugares costumam ter terrenos grandes, o que permite a construção de casas mais espaçosas, arejadas e com mais conforto, em amplas áreas verdes.

Você poderá curtir seu tempo livre nos espaços de lazer do condomínio, que na maioria das vezes, possuem variedades de entretenimento em meio à natureza. Existem até mesmo aqueles que oferecem academias, o que seria ótimo para praticar exercícios sem precisar se deslocar longos caminhos!

Os condomínios fechados oferecem muitas vantagens às famílias e a toda garotada! E você, mora ou gostaria de morar em um condomínio e aproveitar de muitos desses benefícios que citamos?


quinta-feira, janeiro 12, 2017

Obra rápida e limpa com drywall



Saiba mais sobre Drywall


O que é?
Um sistema construtivo que consiste em estrutura metálica de aço galvanizado formada por perfis verticais (chamados montantes) e horizontais (guias). Placas de gesso servem como revestimento

Por que é chamado gesso acartonado?
Este é um nome mais antigo, adotado por causa das folhas de gesso que revestem a estrutura metálica

Suporta tubulações internas?
Tanto os dutos para fiação elétrica quanto tubulação hidráulica podem ser instalados dentro da parede de drywall

Quais acabamentos são permitidos?
A parede pode receber quase todos os tipos de revestimento: pintura, papel de parede, melamínicos, mármores, azulejos, entre outros. No caso de pedras, é preciso verificar se a estrutura suporta o peso do acabamento

Qual é a durabilidade do drywall?
Não há tempo determinado. No Brasil existem construções com esse sistema da década de 70. No exterior, com até 100 anos

Exemplo:

Presente em forros de teto, paredes de vedação e painéis com soluções criativas, o sistema construtivo é o destaque do projeto.



O grande painel de Drywall tem um recorte diferenciado, é preso pelo teto e possui perfis que abrigam trilhos das portas de correr de vidro. o forro do teto é executado pelo mesmo sistema de gesso acartonado.


O elevador oculto no forro de gesso, quando não está em uso, guarda o autorama. Ao fundo, a estante modular de laca alto brilho vermelha pode ter sua configuração alterada de acordo com o desejo do proprietário.


É possível isolar todo o home theater com o fechamento das portas de vidro de correr (cada folha mede 1,20 x 2,40 m) que deslizam em trilhos instalados junto ao assoalho de sucupira e o drywall do teto. Rasgos no forro de gesso fornecem iluminação perimetral com lâmpadas fluorescentes.


Foi preciso acrescentar estruturas metálicas adicionais para suportar o peso. O sistema contorna toda a sala e abriga trilhos que permitem o movimento de grandes portas de vidro que correm e podem isolar o ambiente.

A estrutura de aço e gesso acartonado também foi usada para compor os forros do teto de todos os ambientes com diferentes alturas. Ela serve para embutir a iluminação, o ar-condicionado, a fiação do projetor, o autorama e a mesa de pingue-pongue, que são erguidos de forma automatizada e ocultos no forro quando os proprietários desejam. Um alçapão facilita o acesso a todos estes equipamentos para manutenção.

Os forros de gesso abrigam também a iluminação perimetral, em rasgos com lâmpadas fluorescentes. Composição que fica completa com pontos de luz específicos, direcionados a detalhes que atraem o olhar, como o painel do artista Paulo von Poser.

“O drywall foi escolhido por ser um sistema que otimiza tempo e proporciona uma obra mais limpa e reversível”
À frente da cama, um confortável espaço de descanso com futton e telão, e uma área de trabalho. 


Reservados em relação ao quarto ficam o chuveiro e a bacia – na planta original, o banheiro se resumia a este cômodo. Porcelanato reveste piso e paredes.


Na área social e de lazer está totalmente integrada por portas de vidro que correm nos trilhos embutidos na estrutura recortada de drywall.

Diversão para adultos
Ao lado do estar há uma verdadeira sala de jogos. Máquinas de fliperama dividem o espaço com mesas de sinuca, pingue-pongue, pôquer e autorama, devidamente instalados em elevadores que, acionados por um botão, sobem e liberam o espaço para o ir e vir.

Banheiro integrado

A suíte principal reserva mais uma surpresa criativa: um banheiro integrado, transparente. Dentro do cubo formado por paredes de vidro e forro de drywall estão a cuba e a banheira, instalada em um deque de cumaru. Chuveiro e bacia ficam em um espaço isolado. A cama baixa de madeira está encostada na parede revestida com material vinílico. Nas duas laterais há lareiras que funcionam com etanol.



Dormitório e banheiro são integrados. Paredes de vidro apoiadas em estrutura de gesso junto ao forro circundam a área de banho para isolar o espaço. A banheira, instalada em um deque de tábuas de cumaru tingidas, e a pia ficam à vista. O chuveiro e a bacia estão em área reservada, logo atrás.

 Confira quem fez:

Arquitetura e interiores: Patrícia Martinez
Drywall: Lafarge
Banheira: Equipágua
Construção: Tauná
Engenharia: Fawer
Pisos: Pau Pau
Porcelanatos: Portobello
Vidros: Amaral Vidros

 Fonte: http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/ESCC/Edicoes/58/artigo175365-1.asp